13 de jan de 2010

Que se abram as cortinas Sofia!


Botão de rosa
Criança onírica
Menina mulher

Provida de anseios
desponta para a vida
repleta de dúvidas e devaneios

Canta, sorri, chora, disfarça...

A natureza indicia
a mudança é iminente
não cabe recurso

Está virando mulher

O conflito é eterno
a inocência insiste
a biologia impõe

Limiar de um novo caminho - pleno

de descobertas
curvas
apelos e
desejos

Poesia de autoria: Luciana Tannus

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